quinta-feira, 23 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulos VIII e IX

Capítulo VIII

Os três astronautas desceram até ao “Planeta Branco” e concluíram que era um Planeta gasoso, pois flutuavam nele. As que encontraram eram figuras humanas, e tinham cabelo preto comprido até aos ombros, “ sorriso claro que acendia acendida uma espécie de luz quente no seu olho”. O Guardião, do “Planeta Branco” disse que sabia tudo o que se passa em Terra porque quem chegava ao “Planeta Branco “ eram as pessoas que já tinham falecido. O Guardião do “ Planeta Branco” disse que ia colocar os três astronautas no caminho certo para voltarem ao “ Planeta Branco “disse aos astronautas que ,tal ávida, a morte é natural, as florestas os animais e os homens acabam por morrer e dão o lugar aos outros seres vivos. A morte é um descanso da vida, pois quando uma pessoa morre, deixa de viver como vivia na Terra. O Guardião disse ainda que nem todas as pessoas que morrem vão para o “ Planeta Branco”. Na realidade, se as pessoas tiverem um coração bom elas transforma se em estrelas e, deste modo podem ver e sentir tudo o que se passa na Terra e acompanhar tudo o que as pessoas que lhe são mais queridas fazem. A morte não é o fim. De seguida os astronautas subiram para a nave regressarem à Terra. Mas antes, o Guardião disse lhes tudo o que lhes tinham sido dito sobre a morte, que as pessoas que vivem na Terra tinham de descobrir a um Planeta onde houvesse água e deviam amar o Planeta Terra e cuidar dele.

Capítulo IX

Os astronautas iniciaram a viagem de regresso à Terra e, pouco depois, aperceberam-se que tinham rejuvenescido e esqueceram do que se tinha passado se Quando entraram no Segundo Sistema Solar, a nave –Ítaca conseguiram restabelecer a comunicação com a Estação Espacial de Terra. Lydia, Baltazar,Lucas, Bianca e o Marko que ficaram muito contentes com o regresso da nave, mas ministério continuava sem resposta: o que tinha acontecido aos astronautas nas vinte e quatro horas anteriores.

domingo, 19 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulos V, VI e VII

Capítulo V

Na Terra, na Estação Espacial, localizava-se no deserto do Sahara, estavam à procura dum técnico para verem o que estava a atrair a -Ítaca 300 para forma de rota, e o mesmo tempo,

Disseram aos astronautas para desligarem os motores, e irem descansar. De repente, a Estação Espacial da Terra não conseguiam falar com a nave que se chamava -Ítaca 300.

Capítulo VI

A velocidade da nave estava a aumentar. Os astronautas tomaram para não verem a nave a explodir. Mais tarde, o Lucas acordou e verificou que não estava morto e estava silêncio na nave. Para surpresa de todos, os astronautas envelheceram, de tal maneira que parecia terem passado trinta anos em apenas doze horas. Isto foi possível porque a nave terá andando velocidade da luz. De seguida, Baltazar, Lydia e Lucas verificaram que não conseguiam, onde estavam no espaço.

Capítulo VII

Os astronautas estavam a envelhecer cada vês mais quando, sem esperarem viram um túnel de luz branca e verificaram que a nave estava a ir na sua direcção. Quando entrou no túnel,

A velocidade da nave diminuiu de tal forma que parou sobre uma camada de neblina que

Parecia algodão. Era o “Planeta Branco”, do qual a nave recebeu uma mensagem de boas vindas, convidando os astronautas a visitar o Planeta, pois este era respirável. Lucas e Baltazar achavam que deviam ir visitar o “ Planeta Branco”. A Lydia tinha receio que as pessoas do “Planeta Branco”não fossem amigas. No final os três astronautas decidiram aceitar o convite e irem os três visitar o “ Planeta Branco”.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulos III e IV

Capítulo III

Na Estação Espacial da Terra, encontravam-se o Marko e a Bianca, que acompanhavam todos os pormenores da viajem da nave Ítaca 300. Os astronautas, durante a viajem, começaram a ver planetas e estrelas.

Capítulo IV

Passado dois meses do inicio de viagem, a nave entrou no Segundo Sistema Solar. O Lucas sente algumas saudades porque estava longe de casa, depois ele, a Lydia e o Baltazar encontravam-se sozinhos no espaço Lucas pensou então nas grandes figuras da história como, por exemplo, Vasco da gama, que descobriu o caminho para a Índia, Jacques Cousteau, inventou um escafandro, permitido a descida ao fundo do mar sem morrer asfixiado. A grande missão da nave era encontrar a água, para as viverem no Planeta Terra, nem para isso irem até ao Quarto e ao Quinto Sistema. De repente, a nave estava a deslizar-se da rota definida e os astronautas e os astronautas não sabiam a razão estava preocupados. Os astronautas tentaram corrigir a rota, com o apoio do Marko e da Bianca que estavam na Estação Espacial de Terra. A manobra de correcção de rota foi difícil, porque a nave parecia estar no mesmo ou desviar-se ainda mais da rota e podia explodir. No entanto, a nave resistir.

 

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulo II

Capítulo II

Navegavam pelo espaço há vários dias dentro da sua pequena nave chamada -Ítaca 300.Tinha sido lançados do coração de África PARA O ESPAÇO do calor de África para o frio que reinava lá fora.

Um foguetão transportava a nave até ao limite da atmosfera terrestre e daí com um último rugido dos seus potentes motores, empurrara a pequena nave para diante e desintegra-se a si próprio.

A Ítaca 300 ficava sozinha na imensidão de um céu luminoso de dia quando navegavam no quadramento do Sol escuro como breu durante a noite. Depois da separação do foguetão e dos solavancos que se seguiram a aparecendo que a nave se ia partir aos bocados tudo ficou silencio e quieto a bordo. A medida que se soltavam da órbita da Terra e com o motor auxiliar desligado deslizavam lentamente deslizavam tranquilamente como se viajam numa estrada de espuma.

Os três astronautas espreitavam pelas janelas laterais de bordo a que chamavam-lhe escotilhas vendo ao longe a Terra a desaparecer aos poucos tornando-se cada vez mais distantes e mais pequenas as manchas castanhas dos vales e planícies as manchas verdes das florestas as manchas cinzentas das cidades que de noite se iluminam como um presépio visto ao longe e as manchas brancas das nuvens e das neves eternas que cobriam os cumes das mais altas montanhas.

E por entre toda as outras cores o azul dos mares e oceanos pares parecendo dali de cima formar pequenas baías como poças de água entre areia as rochas de uma praia.

Lucas era o mais velho e por isso o chefe da missão. Tinha o cabelo castanho olhos verdes muito calmos que ás vezes pareciam tristes outras vezes pareciam apenas preocupados.

Falava pouco e passava a maior parte tempo entretido a verificar todos os aparelhos e os indicadores de bordo, a confirmar no computador que tudo estava certo: a rota, a altitude, a inclinação, os painéis solares que davam energia à nave, o sistema de comunicações com a Terra os lemes laterais, que serviam param mudar de direcção ou de altitude. Duas vezes ao dia quando amanhecia nave e logo antes de o Sol se pôr para eles, Lucas entrava em comunicação com a base de Terra, e fazia um relato completo de tudo o que tinha, sucedido a bordo e que observara.

Então a base fazia-o testar, os sistemas todos para confirmar, que tudo estava em ordem e que a viajem podia prosseguir como planeado.

Lydia era o piloto auxiliar e navegadora. Cabia-lhe a missão de substituir Lucas, se este adoecesse ou por qualquer outra razão, estivesse incapaz de dirigir à nave. E era actualizava os cálculos sobre a navegação, configurando-os com os do computador, e quem anunciava aos outros onde estavam e que astros, e planetas poderiam ver se espreitassem pelas escotilhas.

Era uma rapariga vietnamita de olho oblíquos cabelo curto escuro como breu, muito arrumada, organizada e que passava todos os tempos a ouvir música nos seus auscultadores.

O terceiro astronauta era Baltazar, o mais novo deles negro era de Moçambique, que desempenhava-as funções de engenheiro de bordo. Era ele que tinha de reparar todas, as avarias, que acontecessem nos sistemas e por isso passava o tempo tudo atestar, a quantidade imensa de equipamentos que havia a bordo da -Ítaca300.

Mas Baltazar era um brincalhão, que nuca conseguia estar quieto. Adorava passear pelo espaço, reduzido da nave flutuando no ar devido, à ausência de gravidade de que faz, com que os corpos não tenham peso e fiquem suspensos no ar a menos que como sucedia habitualmente com os astronautas estivessem sentados e atados pelo cinto de segurança às cadeira.

A bordo da Ítaca 300 como em todas outras naves havia, umas argolas de ferro pressas às paredes e ao tecto para os astronautas, se agarrem quando tinham de se deslocar.

“O PLANETA BRANCO” – desenho

 

Planeta branco [640x480]

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulo I

Passados dois meses do início de viagem, a nave entrou no Segundo Sistema Solar.

O Lucas sente algumas saudades porque estava longe de casa. Depois ele, a Lydia e o Baltazar encontravam-se sozinhos no espaço.

Lucas pensou então nas grandes figuras das histórias como, por, exemplo, o Vasco da Gama, que descobriu o caminho marítimo para a Índia, e Jacques Cousteau, que inventou um escafandro, permitindo a descida ao fundo ao mar sem morrer asfixiado.

A grande missão da nave era encontrar água, para as pessoas viverem no planeta terra.

De repente, a nave estava desviar-se da rota definida e os astronautas não sabiam a razão, estavam preocupados.

Os astronautas tentaram corrigir a rota, com o apoio de Marko e de Bianca, que estavam na Estação Espacial de Terra.

A manobra de correcção de rota foi difícil, porque a nave parecia estar no mesmo lugar ou desviar-se ainda mais da rota e podia explodir.

No entanto, a nave resistiu.

Leitura de férias: “O planeta branco”, de Miguel Sousa Tavares

Durante as férias do verão, li o livro “O planeta branco”, escrito por Miguel Sousa Tavares. Fiz um resumo de cada capítulo. Também fiz alguns desenhos sobre o livro.