segunda-feira, 1 de novembro de 2010

SE EU FOSSE UM CIENTISTA

SE EU FOSSE UM CIENTISTA

Se eu fosse um cientista, eu estudava muito e observava tudo o que me rodeava para descobrir problemas, como, por exemplo, uma doença que precisasse encontrar uma cura.

No laboratório, fazia muitas experiências, utilizando o microscópio e balões de ensaio, para encontrar o medicamento certo, por exemplo, uma vacina ou um xarope.

Assim, sendo um cientista, eu podia descobrir muita coisa para ajudar pessoas, animais e plantas.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

"Andando pela costa de África" -desenho


"Andando pela costa de África" - resumo

Andando Pela costa de África

Em Portugal, no século XV, o Infante D. Henrique o corpos a Nuno Tristão que explorava-se a costa ocidental do continente africano. Nuno Tristão aceitou o desafio e com a sua tripulação navegou para Sul com uma nova embarcação a Caravela. Que permitia andar mais velocidade e aproveitar as forças dos ventos contrários, ziguezagueando. Nuno Tristão conseguido chegar até ao Rio de Ouro desceu até, ao Cabo Branco e, mais tarde ao Golfo de Arguim. Nesta região os Portugueses construíram uma feitoria onde, em troca de pano de linho, mantas, tapetes prata, adquiriam ouro marfim e escravos. Estasviagem foram muito importantes porque permitiam conhecer novas Terras da costa de África, as pessoas nelas que viviam, animais as plantas e as riquezas.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulos VIII e IX

Capítulo VIII

Os três astronautas desceram até ao “Planeta Branco” e concluíram que era um Planeta gasoso, pois flutuavam nele. As que encontraram eram figuras humanas, e tinham cabelo preto comprido até aos ombros, “ sorriso claro que acendia acendida uma espécie de luz quente no seu olho”. O Guardião, do “Planeta Branco” disse que sabia tudo o que se passa em Terra porque quem chegava ao “Planeta Branco “ eram as pessoas que já tinham falecido. O Guardião do “ Planeta Branco” disse que ia colocar os três astronautas no caminho certo para voltarem ao “ Planeta Branco “disse aos astronautas que ,tal ávida, a morte é natural, as florestas os animais e os homens acabam por morrer e dão o lugar aos outros seres vivos. A morte é um descanso da vida, pois quando uma pessoa morre, deixa de viver como vivia na Terra. O Guardião disse ainda que nem todas as pessoas que morrem vão para o “ Planeta Branco”. Na realidade, se as pessoas tiverem um coração bom elas transforma se em estrelas e, deste modo podem ver e sentir tudo o que se passa na Terra e acompanhar tudo o que as pessoas que lhe são mais queridas fazem. A morte não é o fim. De seguida os astronautas subiram para a nave regressarem à Terra. Mas antes, o Guardião disse lhes tudo o que lhes tinham sido dito sobre a morte, que as pessoas que vivem na Terra tinham de descobrir a um Planeta onde houvesse água e deviam amar o Planeta Terra e cuidar dele.

Capítulo IX

Os astronautas iniciaram a viagem de regresso à Terra e, pouco depois, aperceberam-se que tinham rejuvenescido e esqueceram do que se tinha passado se Quando entraram no Segundo Sistema Solar, a nave –Ítaca conseguiram restabelecer a comunicação com a Estação Espacial de Terra. Lydia, Baltazar,Lucas, Bianca e o Marko que ficaram muito contentes com o regresso da nave, mas ministério continuava sem resposta: o que tinha acontecido aos astronautas nas vinte e quatro horas anteriores.

domingo, 19 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulos V, VI e VII

Capítulo V

Na Terra, na Estação Espacial, localizava-se no deserto do Sahara, estavam à procura dum técnico para verem o que estava a atrair a -Ítaca 300 para forma de rota, e o mesmo tempo,

Disseram aos astronautas para desligarem os motores, e irem descansar. De repente, a Estação Espacial da Terra não conseguiam falar com a nave que se chamava -Ítaca 300.

Capítulo VI

A velocidade da nave estava a aumentar. Os astronautas tomaram para não verem a nave a explodir. Mais tarde, o Lucas acordou e verificou que não estava morto e estava silêncio na nave. Para surpresa de todos, os astronautas envelheceram, de tal maneira que parecia terem passado trinta anos em apenas doze horas. Isto foi possível porque a nave terá andando velocidade da luz. De seguida, Baltazar, Lydia e Lucas verificaram que não conseguiam, onde estavam no espaço.

Capítulo VII

Os astronautas estavam a envelhecer cada vês mais quando, sem esperarem viram um túnel de luz branca e verificaram que a nave estava a ir na sua direcção. Quando entrou no túnel,

A velocidade da nave diminuiu de tal forma que parou sobre uma camada de neblina que

Parecia algodão. Era o “Planeta Branco”, do qual a nave recebeu uma mensagem de boas vindas, convidando os astronautas a visitar o Planeta, pois este era respirável. Lucas e Baltazar achavam que deviam ir visitar o “ Planeta Branco”. A Lydia tinha receio que as pessoas do “Planeta Branco”não fossem amigas. No final os três astronautas decidiram aceitar o convite e irem os três visitar o “ Planeta Branco”.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulos III e IV

Capítulo III

Na Estação Espacial da Terra, encontravam-se o Marko e a Bianca, que acompanhavam todos os pormenores da viajem da nave Ítaca 300. Os astronautas, durante a viajem, começaram a ver planetas e estrelas.

Capítulo IV

Passado dois meses do inicio de viagem, a nave entrou no Segundo Sistema Solar. O Lucas sente algumas saudades porque estava longe de casa, depois ele, a Lydia e o Baltazar encontravam-se sozinhos no espaço Lucas pensou então nas grandes figuras da história como, por exemplo, Vasco da gama, que descobriu o caminho para a Índia, Jacques Cousteau, inventou um escafandro, permitido a descida ao fundo do mar sem morrer asfixiado. A grande missão da nave era encontrar a água, para as viverem no Planeta Terra, nem para isso irem até ao Quarto e ao Quinto Sistema. De repente, a nave estava a deslizar-se da rota definida e os astronautas e os astronautas não sabiam a razão estava preocupados. Os astronautas tentaram corrigir a rota, com o apoio do Marko e da Bianca que estavam na Estação Espacial de Terra. A manobra de correcção de rota foi difícil, porque a nave parecia estar no mesmo ou desviar-se ainda mais da rota e podia explodir. No entanto, a nave resistir.

 

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulo II

Capítulo II

Navegavam pelo espaço há vários dias dentro da sua pequena nave chamada -Ítaca 300.Tinha sido lançados do coração de África PARA O ESPAÇO do calor de África para o frio que reinava lá fora.

Um foguetão transportava a nave até ao limite da atmosfera terrestre e daí com um último rugido dos seus potentes motores, empurrara a pequena nave para diante e desintegra-se a si próprio.

A Ítaca 300 ficava sozinha na imensidão de um céu luminoso de dia quando navegavam no quadramento do Sol escuro como breu durante a noite. Depois da separação do foguetão e dos solavancos que se seguiram a aparecendo que a nave se ia partir aos bocados tudo ficou silencio e quieto a bordo. A medida que se soltavam da órbita da Terra e com o motor auxiliar desligado deslizavam lentamente deslizavam tranquilamente como se viajam numa estrada de espuma.

Os três astronautas espreitavam pelas janelas laterais de bordo a que chamavam-lhe escotilhas vendo ao longe a Terra a desaparecer aos poucos tornando-se cada vez mais distantes e mais pequenas as manchas castanhas dos vales e planícies as manchas verdes das florestas as manchas cinzentas das cidades que de noite se iluminam como um presépio visto ao longe e as manchas brancas das nuvens e das neves eternas que cobriam os cumes das mais altas montanhas.

E por entre toda as outras cores o azul dos mares e oceanos pares parecendo dali de cima formar pequenas baías como poças de água entre areia as rochas de uma praia.

Lucas era o mais velho e por isso o chefe da missão. Tinha o cabelo castanho olhos verdes muito calmos que ás vezes pareciam tristes outras vezes pareciam apenas preocupados.

Falava pouco e passava a maior parte tempo entretido a verificar todos os aparelhos e os indicadores de bordo, a confirmar no computador que tudo estava certo: a rota, a altitude, a inclinação, os painéis solares que davam energia à nave, o sistema de comunicações com a Terra os lemes laterais, que serviam param mudar de direcção ou de altitude. Duas vezes ao dia quando amanhecia nave e logo antes de o Sol se pôr para eles, Lucas entrava em comunicação com a base de Terra, e fazia um relato completo de tudo o que tinha, sucedido a bordo e que observara.

Então a base fazia-o testar, os sistemas todos para confirmar, que tudo estava em ordem e que a viajem podia prosseguir como planeado.

Lydia era o piloto auxiliar e navegadora. Cabia-lhe a missão de substituir Lucas, se este adoecesse ou por qualquer outra razão, estivesse incapaz de dirigir à nave. E era actualizava os cálculos sobre a navegação, configurando-os com os do computador, e quem anunciava aos outros onde estavam e que astros, e planetas poderiam ver se espreitassem pelas escotilhas.

Era uma rapariga vietnamita de olho oblíquos cabelo curto escuro como breu, muito arrumada, organizada e que passava todos os tempos a ouvir música nos seus auscultadores.

O terceiro astronauta era Baltazar, o mais novo deles negro era de Moçambique, que desempenhava-as funções de engenheiro de bordo. Era ele que tinha de reparar todas, as avarias, que acontecessem nos sistemas e por isso passava o tempo tudo atestar, a quantidade imensa de equipamentos que havia a bordo da -Ítaca300.

Mas Baltazar era um brincalhão, que nuca conseguia estar quieto. Adorava passear pelo espaço, reduzido da nave flutuando no ar devido, à ausência de gravidade de que faz, com que os corpos não tenham peso e fiquem suspensos no ar a menos que como sucedia habitualmente com os astronautas estivessem sentados e atados pelo cinto de segurança às cadeira.

A bordo da Ítaca 300 como em todas outras naves havia, umas argolas de ferro pressas às paredes e ao tecto para os astronautas, se agarrem quando tinham de se deslocar.

“O PLANETA BRANCO” – desenho

 

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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

“O PLANETA BRANCO” – Resumo – Capítulo I

Passados dois meses do início de viagem, a nave entrou no Segundo Sistema Solar.

O Lucas sente algumas saudades porque estava longe de casa. Depois ele, a Lydia e o Baltazar encontravam-se sozinhos no espaço.

Lucas pensou então nas grandes figuras das histórias como, por, exemplo, o Vasco da Gama, que descobriu o caminho marítimo para a Índia, e Jacques Cousteau, que inventou um escafandro, permitindo a descida ao fundo ao mar sem morrer asfixiado.

A grande missão da nave era encontrar água, para as pessoas viverem no planeta terra.

De repente, a nave estava desviar-se da rota definida e os astronautas não sabiam a razão, estavam preocupados.

Os astronautas tentaram corrigir a rota, com o apoio de Marko e de Bianca, que estavam na Estação Espacial de Terra.

A manobra de correcção de rota foi difícil, porque a nave parecia estar no mesmo lugar ou desviar-se ainda mais da rota e podia explodir.

No entanto, a nave resistiu.

Leitura de férias: “O planeta branco”, de Miguel Sousa Tavares

Durante as férias do verão, li o livro “O planeta branco”, escrito por Miguel Sousa Tavares. Fiz um resumo de cada capítulo. Também fiz alguns desenhos sobre o livro.

domingo, 13 de junho de 2010

Visita de estudo – 8 de Junho de 2010

O passeio

No dia 8 de Junho, o 2º ano da Escola Fonte Joana foi à Visita de Estudo ao Museu de Papel em Santa Maria da Feira.

 

Vimos um filme do Forminhas. O Filme mostrava como se fazia o Papel.

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A seguir fomos fazer uma actividade e fizemos um cartucho de Papel. Peguei numa folha Reciclado e dobrei-a ao meio. Pus cola e fechei com uma agulha e linha.

De seguir, fomos lanchar. Eu comi um bolo e bebi um somo.

Depois fomos ver como se fazia o Papel Novo.

Vimos o algodão no caldeirão.

A seguir vimos outro filme a explicar como se fazia as mantas de papel.

De seguida fomos almoçar e comi duas sandes com frango e alface, que tinham maionese e molho de tomate.

Da parte da tarde, fui ao Parque Ornitológico de Lourosa. Eu vi aves. Gostei de todas, mas adorem ver as cores do pavão.

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Ainda tive tempo de ir brincar com os meus amigos.

Eu gostei muito da Visita de Estudo.

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Fim

Ficha de leitura - “As Caretas da Lua”

TÍTULO: As Caretas da Lua

AUTORAS:Carmen Andrade/ Rosa Pinho

EDITORA: Trampolim

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Reconto

Um dia, o Rui estava deitado na relva a olhar para o céu e a desenhar um caracol e um chapéu nas nuvens.

Nesse momento, veio o cão do Rui, que se chamava Ulisses, e lambeu a cara e a mão do Rui.

De seguida, apareceu o Pedro e acordou o Rui e o cão.

Os dois aperceberam-se que era possível ver a Lua, durante o dia.

Para explicar, o Pedro pegou em duas pedras, uma era o Sol e a outra era Lua.

O Pedro disse que, de acordo com a posição do Sol em relação à Lua, a Lua tem quatro “caretas”:

Lua nova

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Quarto crescente

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Lua cheia

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Quarto minguante

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OUVIR A LEITURA:
(leitura por Renato)





O Peter Pan – reconto da história

Era uma vez uma senhora e um senhor que tinham três filhos e viviam numa casa em Londres.

Numa certa noite, a mãe estava à beira do quarto dos filhos, sentada, a costurar um pano, e adormeceu.

Nesse instante, apareceu o Peter Pan e a mãe acordou. Quando olhou à volta e viu o Peter Pan, gritou de aflição. A cadela Nana foi atrás do Peter Pan e apanhou a sombra dele que, aflito, fugiu.

Na noite seguinte, havia uma festa e o pai deu o remédio ao João e ao Miguel para que dormissem melhor. Sem querer, o pai virou o remédio para o prato da Nana e ela bebeu-o e adormeceu.

O Peter Pan decidiu voltar para levar a sua sombra e acordou a Wendy, que disse ao Peter Pan: “Eu vou coser a tua sombra.” Depois, o Peter Pan apresentou à Wendy a sua amiga Sininho.

A seguir, o Peter Pan levou a Wendy e os seus irmãos a passear até à Terra do Nunca, onde se encontrava o capitão Gancho e o crocodilo que tinha engolido um relógio.

O Peter Pan disse à Wendy para ter cuidado com os piratas que estavam a acertar neles.

De seguida, os Rapazes Perdidos atiraram pedras para a Wendy e a ela caiu ao chão. O Peter Pan voltou e ficou zangado com os Rapazes Perdidos e com a Sininho.

E disse: “Agora mataram a Wendy, que ia ser vossa mãe!”

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A Wendy recuperou e depois contou muitas histórias e pôs os Rapazes Perdidos na cama mais cedo.

A Sininho ouvia também as histórias de Wendy.

O Peter Pan mostrou a Terra do Nunca, em particular, as sereias.

Nesse momento, Peter Pan ouviu um grito da índia chamada Lily.

De imediato, Peter Pan, disfarçado com a voz do Capitão, mandou soltar a Lily.

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Quando o capitão Gancho descobriu, voltou e pegou na sua espada e, furioso, começou a lutar com o Peter Pan.

O Capitão Gancho bateu na cabeça do Peter Pan, que ficou imóvel, e, sorridente, foi para o barco.

A Wendy salvou o Peter Pan e, enquanto ele descansava, contou aos Rapazes Perdidos como era Londres e que tinha saudades dos pais. O João e o Miguel começaram a chorar.

Entretanto, os piratas, espertos, amarraram todos os índios que estavam à beira da porta da casa dos Rapazes Perdidos. Um dos piratas tocou o tambor e os Rapazes Perdidos pensavam que era seguro sair, pois eles e Wendy, João e Miguel estavam prontos para voar para Londres. Nesse momento, o capitão Gancho mandou prender todos no barco.

Quando descobriu que Peter Pan estava vivo, o Capitão Gancho foi ao esconderijo e pôs uma garrafa com veneno em cima de uma mesa. Sininho alertou o Peter Pan sobre a garrafa com veneno e, com a ajuda do crocodilo, foi salvar os seus amigos e os quatro atiraram os piratas para o mar.

Depois desta batalha, o Peter Pan levou a Wendy, o João, o Miguel e os Rapazes Perdidos de regresso a Londres.

O Peter Pan voltou à terra do Nunca.